O planeta é chato
“Num distante conjunto de dimensões de segunda mão, num plano astral que não fora destinado a voar...”
O prólogo de A Cor da Magia estabelece o cenário do Discworld de Terry Pratchett. Homenageando várias lendas, especialmente as indianas, o Discworld é plano e sustentado pelos ombros largos de quatro elefantes gigantescos chamados Berilia, Tubul, Grande T’Phon e Jerakeen, que, por sua vez, estão sobre o casco do tamanho do mundo da tartaruga estelar Grande A’Tuin, que nada lentamente através do abismo.
Os astrozoologistas ainda não determinaram o sexo de A’Tuin.
O Discworld move-se de alguma forma sobre os ombros dos elefantes como um disco num gramofone; perguntas quanto à mecânica precisa do movimento são desaconselháveis. Ele tem um sol minúsculo e uma lua viajando em órbitas planas elípticas em torno de A’Tuin, o que leva a um calendário complicado e estúpido com dois verões e dois invernos a cada ano de aproximadamente 800 dias (divididos em 13 meses - sete com nomes familiares, mais Offle, Grune, Spune, Sektober, Ember e Ick).
Os pontos principais da bússola são Hubward (na direção do Centro), Rimward (na direção da Borda), Turnwise - ou seja, na direção da rotação do Disc - e Widdershins. Toda esta informação é fascinante para magos e astrólogos, e entediante ao extremo para todo o resto do mundo.
A
Cor da Magia, ou a série Discworld, foi finalmente lançada pela como sempre ótima
Editora Conrad.
posted by Hiro at 19:58
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